Soneto do Fenecimento

Quando no peito arde o aperto

Os rios corem no olhar

E cabe ao tempo a função do abatimento do desalento

A vida parece esmorecer, esvair, acabar

A dor transforma-se em magoa, tristezas, arrependimentos

Embaraça os sentidos, forças e vontades.

Não só os sentimentos                          

Estende-se, agora domina, cada minuto é uma eternidade 

Depois de tudo, pensamentos ao ar,

Vem a calmaria decaindo sobre tudo que parecia sólido

Ao gosto do destino, o mundo de ambos volta a girar

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